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Otimização do ciclo hexano revoluciona extração do anidro

O setor sucroalcooleiro está atento ao novo momento do álcool. O interesse cada vez maior por esse combustível faz com que usinas, destilarias, fabricantes de equipamentos, empresas de serviços se esforcem em busca de tecnologias e processos que otimizem a produção. O controle de perdas, a seleção de leveduras, os investimentos na automação revelam que a preocupação com rendimento e qualidade faz parte, cada vez mais, do cotidiano da área industrial. A realidade transformou a teoria em prática, o discurso em ação. Somente a volta dos 25% de adição do produto à gasolina “esquentou” o debate sobre o melhor sistema para a desidratação do anidro. Seria o ciclo hexano, a peneira molecular ou os etileno glicóis?

Em meio a essa agitação, a Dedini S/A Indústrias de Base, de Piracicaba (SP), está lançando uma das maiores novidades, dos últimos tempos, para a área de produção de álcool: um sistema de desidratação do anidro, que otimiza o ciclo hexano. O diferencial é a alta eficiência energética Mais do que isto: a busca pela qualidade espalha-se por toda a fábrica, tanto para a produção do hidratado como para alcoóis especiais. “O rendimento depende de uma boa fermentação. Por isso, é necessário encontrar uma método eficaz para medir o desempenho da destilaria”, diz o gerente industrial da Usina São Luiz, de Pirassununga (SP), Luiz Antônio Carnielli.

Confira matéria completa na edição de Julho do JornalCana.

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