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País precisa de 46 anos para atingir níveis de 1º mundo

Projeções do IBGE revelam que, se o Brasil não agir para modificar suas tendências demográficas, somente em 2050 o país alcançará níveis de mortalidade infantil e esperança de vida ao nascer próximos dos atuais em países com bom desempenho nesses indicadores.

A mortalidade infantil brasileira, que em 2000 era de 30,1 mortos por 1.000 nascidos vivos, cairá para 6,4 em 2050, perto da média nas nações desenvolvidas hoje (7). Ainda será o dobro da atual nos países com as melhores taxas, como Cingapura (2,9) e Japão (3,2).

A expectativa de vida, que era de 70,4 anos em 2000, deverá subir a 81,2 anos em 2050, de acordo com o IBGE. Hoje o país com maior esperança de vida é o Japão, com 81,6 anos, segundo a ONU. Daqui a 46 anos, o país asiático terá expectativa de vida de 88 anos.

O envelhecimento populacional fará os maiores de 60 anos, que eram 1,6 milhão em 2000 (1,6% da população), chegarem a 13,7 milhões (13,8%) em 2050. Pelas projeções, a população atingirá quase 260 milhões na metade do século, ante 181,6 milhões hoje.

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