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Melhor prevenir do que superlotar

No desmonte que caracteriza a entressafra, as fábricas do Centro/Sul

manutenção estão agora empenhadas em fazer a manutenção de seus

equipamentos. A frota automotiva – que realiza o corte, carregamento e transporte, o CCT – recebe cuidados especiais. As oficinas e pátios das usinas estão lotadas de caminhões, carretas, transbordos, carregadeiras, ônibus e demais equipamentos, todos sendo preparados para retomar as atividades em dois meses, no máximo.

A circulação de veículos e mecânicos nesses pátios lembra o

circo de Fórmula 1. É uma verdadeira correria atrás de peças de

reposição e de serviços especializados. Como muitos veículos precisam

de reparos, não raro essa alta demanda provoca transtornos e

atrasos nos serviços que, por sua vez, podem afetar o plantio e

principalmente o reinício de safra. Foi tentando evitar tumultos

deste tipo que se adotou com sucesso o conceito da manutenção preventiva e preditiva dos equipamentos. Na Açúcareira Guaíra de Guaíra, SP, a manutenção preventiva acontece o ano todo, com

programação de inspeção e manutenção periódica dos equipamentos durante toda a safra, evitando a chamada manutenção corretiva na entressafra. De acordo com Edimar Andrade Miguel, gerente de manutenção da Usina Guaíra, no caso da frota canavieira ele conta com uma reserva técnica de 10% o que possibilita a gestão da manutenção preventiva sem prejuízo à produção. Edimar diz que para o sistema histórico de vida útil de peças e equipamentos, sistema de

gerenciamento de manutenção de frotas que dê suporte de indicadores,

monitores de operações no campo, treinamento para operadores,

motoristas e mecânicos e análise periódica de óleos lubrificantes.

Na Usina São José da Estiva de Novo horizonte, SP, que em 2004 foi

ganhadora do Prêmio MasterCana/Interior na categoria “Logística, Transportes e Mecanização Agrícola” durante a safra é realizada manutenção programada para troca de oleo/filtros e execução de check list de manutenção e monitoramento de toda frota através de análises de lubrificantes onde se pode predizer falhas, explica Marcelo Henrique Bassi gerente de motomecanização. Segundo Bassi, em 95% dos

casos, as manutenções são efetuadas na própria empresa, ficando somente os serviços especializados ou de pequena ocorrência para serem efetuados fora. Confira matéria completa no JornalCana – Edição 133.

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