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Invasão estrangeira

Quatro dos cinco maiores grupos sucroalcooleiros que atuam no Brasil – Cosan, Louis Dreyfus, Bunge e Guarani – possuem pelo menos 50% de controle estrangeiro. Esta é uma das conclusões de estudo sobre a concentração de mercado no setor sucroalcooleiro desenvolvido pela Dextron Management Consulting.

“Nos últimos cinco anos, o boom do etanol no cenário internacional e a forte posição competitiva do Brasil nesse mercado resultaram em uma série de investimentos de grupos estrangeiros no País”, explica o consultor Eduardo Chaim, que conduziu o levantamento.

Ele lembra que, na safra 2005/2006, a situação era bem diferente: “As cinco primeiras posições do ranking de moagem de cana eram ocupadas por empresas de controle nacional: Copersucar, Cosan, Crystalsev, São Martinho e Grupo Carlos Lyra.” Chaim aponta ainda a tendência de aumento da participação do capital estrangeiro nos maiores grupos do setor, à medida que outros entrantes começarem a expandir as operações locais. Entre eles, cita ADM, British Petroleum e Noble Group, capazes de fomentar o desenvolvimento do comércio internacional de etanol pela garantia de fornecimento continuado que podem assegurar.

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