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Crescer, apesar de tudo, é a palavra de ordem

O Brasil produz hoje cerca de 22 bilhões de litros de etanol que nem sempre são suficientes para para abastecer 45% da frota de automóveis leves. Em 2020, para suprir este mesmo percentual serão necessários 50 bilhões de litros. Porém, para atender aos projetados 60% dos veículos do tipo flex em circulação, a produção terá de subir para 70 bilhões de litros. Este é o resumo daquele que seria o principal desafio do mercado sucroalcooleiro para um futuro que a prática demonstra que nem sempre está tão distante assim.

Quem traçou este panorama foi Marcos Jank, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), na abertura da plenária “2020 e Além: O Futuro do Setor Sucroenergético”, acontecida em 6 de junho, durante o Ethanol Summit 2011. Sob a coordenação do jornalista William Waack, cinco executivos de empresas que representam 25% de toda a produção sucroenergética do Brasil, discutiram os possíveis cenários do mercado futuro.

O que ficou evidente durante a explanação e debate entre os participantes é que há um descompasso entre a oferta ainda restrita e a demanda crescente de etanol no Brasil o que leva à urgente necessidade de aumentar de produção de cana-de-açúcar. Ao mesmo tempo, a questão da logística também requer melhorias de peso, principalmente para atender ao escoamento de novas fronteiras que se ampliam em estados mais distantes dos grandes centros consumidores, ou mesmo para atender produtos já consagrados, como o açúcar e a bioeletricidade, sem falar de novos produtos como os bioplásticos por exemplo.

Leia matéria completa no JornalCana 210.

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