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Carro flex entra em discussão no Mercosul

Nos próximos 12 meses, o setor automobilístico do Mercosul vai discutir sua integração, livre de tributação, principalmente, entre os dois maiores países do bloco, Brasil e Argentina. A agenda prevê que, em julho de 2008, os países comecem a adotar o livre comércio – se até lá houver entendimento. “Nos próximos 12 meses, teremos tarefa árdua e importante”, disse o presidente da Anfavea, Jackson Schneider. “As conversações – envolvendo os nossos parceiros fabricantes e governos – começam no 2º semestre”.

O que precisa ser ajustado é a questão do carro flex, só vendido no mercado brasileiro. Nos outros países do bloco, os veículos utilizam gasolina pura, sem a mistura de pelo menos 20% de álcool, como ocorre no Brasil.

Os veículos brasileiros e exportados para o Mercosul têm motores que só rodam com gasolina pura. Até poderiam usar gasolina brasileira, mas perderiam rendimento. “Essa discussão passa pela matriz energética da Argentina. Se houver acordo, será positiva para a produção brasileira de carros e de etanol”, diz o presidente da Anfavea, para quem a indústria automobilística, no Mercosul já deu certo. Os veículos somam 25% do volume do comércio praticado dentro do bloco econômico. “Esta integração, na cadeia automotiva, só deu resultados positivos. Tanto que as empresas não pensam mais em Brasil ou Argentina. Decidem de olho no Mercosul”.

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