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Sabe quanto produziu a usina da Odebrecht na Angola?

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Biocom, na Angola

Saíram os primeiros números da safra da usina de cana-de-açúcar Biocom, instalada na Angola e com parte do controle da brasileira Odebrecht.

Os dados não são oficiais, mas já demonstram o poder produtivo da companhia sucroenergética, que está em sua segunda safra desde a inauguração, em 2014. 

Conforme divulgação, a usina de cana-de-açúcar Biocom deverá totalizar produção de pouco mais de 24 mil toneladas de açúcar nessa sua segunda safra.

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biocomNão foram divulgados dados relacionados à produção de etanol. Mas em termos de produção de bioeletricidade, a Biocom deverá fornecer 70 mil megawatts-hora (MWh). Esse fornecimento está projetado para o mercado do norte de Angola e deverá ser cumprido até meados de março próximo.

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Os números foram divulgados pela empresa no âmbito da participação em recente edição da feira ExpoIndústria, realizada em Angola.

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Saiba mais sobre a safra da Biocom

A safra 15/16 da Companhia de Bionergia de Angola (Biocom) segue até meados de março próximo.

Conforme informações do diretor geral da companhia sucroenergética, Carlos Mathias, as receitas da usina deverão alcançar US$ 200 milhões nessa safra. O montante será apurado com a comercialização de açúcar, etanol etílico e de energia elétrica, encaminhada para a Empresa de Produção de Eletricidade (Prodel).

Na fase experimental, realizada entre agosto e outubro de 2014, a usina de cana obteve receitas estimadas em US$ 8 milhões, com a produção de 3,2 mil toneladas de açúcar e de 3,8 milhões de litros de etanol.

Para a safra em andamento, a empresa, conforme o executivo, trabalha cerca de 4 mil hectares de cana, com a previsão de moer 300 mil toneladas da matéria-prima.

Conforme ele, a produção de etanol deverá chegar a 6 milhões de litros.

Quem é a Biocom 

Inserida no Polo Agroindustrial de Capanda (PAC), município de Cacuso, Província de Malanje, o projeto da Biocom é uma parceria entre o Estado angolano, através da Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP) e Sonangol Holding, com 20% de participação e o grupo angolano COCHAN e a construtora Odebrecht com 40% cada.

 

 

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