Recentemente, o presidente da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Guilherme Nolasco, afirmou que em conversa com produtores norte-americanos e com representantes dos Estados Unidos estão temerosos quanto ao crescimento da produção de etanol de milho no Brasil.
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Sua posição a partir disso foi defender a criação de uma agenda global do etanol, para que se amplie a participação desse biocombustível em diversos países importantes, como Índia e China, e suprir a demanda desses gigantes.
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Em entrevista a Globo Rural, Nolasco afirma que “desde que o setor começou a se organizar, a ideia era surfar na onda da economia verde, sendo um biocombustível que mitiga mais de 70% dos gases do efeito estufa em relação à gasolina”.
De fato, a produção de etanol de milho desperta a atenção do mercado. Mas seu processo de produção também merece atenção dos produtores de etanol de cana. O pesquisador Jaime Finguerut explica que a razão para isso é que a produção de etanol de milho tem muito a ensinar ao setor bioenergético.
Segundo ele, ao observar o processo de produção de etanol de milho nota-se possibilidades estratégicas como, por exemplo: “Para amortizar os investimentos é necessário operar o ano todo; que se pode operar como uma usina e que é necessário ter o máximo teor alcoólico possível e valorizar todos os subprodutos do processo”, dentre outras considerações.
Finguerut, que é diretor do Instituto de Tecnologia Canavieira, traz os detalhes completos durante o 9º SINATUB Processos, Fermentação e Produção de Etanol – 2ª Sessão, que acontece amanhã, 14/7, às 19h. O painel online terá as presenças de:
Daniel Fernandes, engenheiro químico da Soteica
Giovanni Rabesco, gestor de produção de etanol e projetos da Goiasa
[Participação Especial de] Jaime Finguerut, diretor do ITC – Instituto de Tecnologia Canavieira
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