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“Estamos vendendo etanol 5% acima do que foi vendido no ano anterior”, afirma Fábio Venturelli

Presidente do Grupo São Martinho ressalta que etanol ganhou reconhecimento mundial como solução ambiental

Fábio Venturellii: Safra atual deverá ter bons resultados (Foto JF Diorio)

“Temos muito a aprender nessa safra para definir exatamente como vai ser o desenho da próxima, mas de toda forma, eu vejo com otimismo tanto o futuro para o etanol quanto para o açúcar e o papel que o Brasil desempenha nesses mercados”, disse Fábio Venturelli, presidente do Grupo São Martinho, em webinar promovido pelo Itaú BBA.

Ele comentou que a pandemia encontrou a São Martinho em uma condição muito sólida em termos de posição de caixa, de seus canaviais e da estrutura de companhia. “Em uma ação muito rápida conseguimos desenhar um modelo de operação que nos possibilitou iniciar algo totalmente desconhecido e superar o desafio do dia a dia por ser uma empresa essencial”, afirmou.

A companhia teve que fazer um ajuste e mudar seu foco de produção, alterando o mix, que seria mais alcooleiro, mudando a velocidade e a distribuição de comercialização de açúcar ao longo da safra. “A boa notícia agora é que estamos vendendo o etanol 5% acima do que foi vendido no ano anterior”, contou.

Venturelli afirma que ainda existe um grande desafio pela frente, mas a percepção é que a safra vem se desenhando para ser uma temporada de grandes resultados. “É importante ver a resiliência do homem do campo, a consciência e dedicação de cada um, que tem nos ajudado a prosseguir com as atividades, além de levar todo esse aprendizado para as famílias. Como também os líderes, que conseguiram manter a conexão independente da distância. Isso é uma história de sucesso que mostra a força do agronegócio brasileiro”, avalia.

O presidente da São Martinho também ressaltou que o etanol ganhou reconhecimento mundial como inimigo 1 contra o coronavírus, se referindo aos atributos do biocombustível como solução para reduzir emissões de CO2 e prevenir doenças respiratórias.

“O aprendizado que fica é que é preciso se planejar com uma janela de possibilidades muito maior do que aquilo que você imagina que vai ser o cenário perfeito ou o ideal. Tem um caminho longo para percorrer até a safra 2021/2022”, finalizou.

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