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Venda de açúcar aumenta 216% no período entre janeiro e outubro

Alimento contribui para balança comercial registrar superávit no período

Outubro foi marcado pela queda de 6,2% nas exportações, em relação ao mesmo mês de 2019, com receita de US$ 8,2 bilhões e saldo comercial de US$ 7 bilhões. O volume das vendas alcançou 18,1 milhões de toneladas, 3,2% a menos do que no ano passado, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O açúcar de cana em bruto foi um dos produtos mais exportados no mês (US$ 1,1 bilhão), seguido da soja em grãos (US$ 913,5 bilhões), do milho (US$ 851,8 milhões), da carne bovina in natura (US$ 690,5 milhões) e da celulose (US$ 550,1 milhões). Os cinco produtos representaram 49,7% da pauta exportadora de outubro.

Os principais destinos foram: a China (US$ 2,2 bilhões, 26,5%), a União Europeia (US$ 1,3 bilhão, 15,5%), os Estados Unidos (US$ 715,2 milhões, 8,7%), o Japão (US$ 318,2 milhões, 3,9%) e a Coreia do Sul (US$ 196,8 milhões, 2,4%).

Em comparação com o passado, as principais variações se deram para a soja em grãos (-US$ 912,2 milhões), o açúcar de cana em bruto (+US$ 570,3 milhões) e o milho (-US$ 132,7 milhões),

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Em termos percentuais, a maior diferença foi a do açúcar refinado, que, em relação a outubro de 2019, apresentou um aumento de 158,6% nas exportações, sendo Gana (47,4 mil toneladas), Senegal (41,5 mil toneladas) e Gâmbia (32,7 mil toneladas) os principais destinos do produto.

Já o saldo da balança comercial do agronegócio brasileiro nos primeiros dez meses de 2020 registrou superávit de US$ 75,5 bilhões. Esse valor é o maior da história para o período.

As exportações atingiram US$ 85,8 bilhões e 189,4 milhões de toneladas. Em relação a 2019, o crescimento foi de 5,7% em valor e 12,4% em peso.

Os produtos mais vendidos no agregado dos primeiros dez meses do ano foram a soja em grãos (US$ 28 bilhões), a carne bovina in natura (US$ 6,1 bilhões), o açúcar de cana em bruto (US$ 6 bilhões), a celulose (US$ 5 bilhões) e o farelo de soja (US$ 5 bilhões). Os cinco produtos representaram 58,3% da pauta exportadora do agro brasileiro no período.

Os principais destinos foram a China (US$ 30,8 bilhões, 35,8%), a União Europeia (US$ 13,9 bilhões, 16,2%), os Estados Unidos (US$ 5,6 bilhões, 6,5%), o Japão (US$ 2,1 bilhões, 2,4%) e Coreia do Sul (US$ 1,8 bilhão, 2,1%).

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As maiores variações nas exportações do agronegócio no período, em comparação com 2019, se deram para a soja em grãos (+US$ 4,9 bilhões), o açúcar de cana em bruto (+US$ 2,3 bilhões) e o milho (-US$ 1,7 bilhão).

Em outubro, os EUA figuraram como terceiro destino dos produtos do agro brasileiro, atrás de China e União Europeia. Chama a atenção o aumento de 23% nas exportações do setor para o país, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A receita auferida com as exportações ao país atingiu US$ 715,2 milhões, e os principais produtos comercializados foram o café verde (US$ 90,9 milhões), a celulose (US$ 78,9 milhões) e o álcool etílico (US$ 63,9 milhões). Houve expressivos aumentos nas vendas de açúcar de cana em bruto (+ 216%) e café verde (+ 30%).

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