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Usinas podem usar novo laboratório de equipamentos de proteção individual

Usinas e empresas fornecedoras do setor sucroenergético também poderão utilizar do novo laboratório de pesquisas do programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura (IAC-Quepia).

Com investimento de quase R$ 400 mil captados junto à iniciativa privada, e localizado em Jundiaí (SP), o laboratório deverá ser inaugurado em 17/09.

Integrante do Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, o laboratório,erguido em 300 metros quadrados, foca estudos voltados à qualidade de vestimentas protetivas utilizadas no trabalho rural com agrotóxicos.

Equipamento desenvolvido no Quepia em Jundiaí para testar a segurança de vestimentas protetivas (Foto: Divulgação)

Com a nova estrutura, o laboratório Quepia também teve expandido seu campo de atuação: a partir de agora, além de estudos de conformidade aplicados a vestimentas de proteção agrícola, o programa passa a certificar a qualidade de luvas empregadas pelo trabalhador brasileiro no manuseio de agroquímicos.

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“O investimento já realizado no centro de estudos possibilitou a readequação dos prédios que abrigarão novos laboratórios. Passamos agora à instalação de equipamentos, para aprimorar metodologias de estudos e exigências de qualidade que trarão mais segurança ao trabalhador rural aplicador de agrotóxicos. A boa ou a má qualidade de equipamentos de proteção individual interfere diretamente na exposição do trabalhador a produtos químicos e define padrões de saúde ocupacional na agricultura”, resume Hamilton Ramos, pesquisador científico e coordenador do programa IAC-Quepia.

Mais sobre o IAC-Quepia

Criado há 12 anos e sem fins lucrativos, o programa Quepia resulta de uma parceria entre o Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA/IAC), órgão oficial de pesquisas que funciona há quase 40 anos na cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, e o setor privado, incluindo fabricantes de vestimentas protetivas e de defensivos agrícolas.

O projeto do novo laboratório também recebeu apoio financeiro da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag).

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