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São Martinho e Syngenta inauguram meliponários em várias cidades brasileiras

Por meio do projeto Coexistência e com o apoio da GeoApis, espaços destinados à preservação de abelhas e à educação ambiental serão instalados ao longo deste mês nas usinas do Grupo

São Martinho e Syngenta inauguram meliponários em várias cidades brasileiras

A São Martinho e a Syngenta inauguram, em maio, mês em que é celebrado o Dia Mundial das Abelhas (20), quatro meliponários – espaços que prestam um serviço ambiental à sociedade, pois são destinados ao repovoamento de espécies e ao fomento da biodiversidade. As instalações estão localizadas nas unidades da São Martinho, empresa referência no setor sucroalcooleiro, em Pradópolis – SP, Américo Brasiliense -SP, Iracemápolis -SP e em Quirinópolis- GO.

Pioneira em aderir ao projeto Coexistência, iniciativa da Syngenta em parceria com a GeoApis, a São Martinho já implementou os serviços de monitoramento para os apicultores em cerca de 250.000 hectares de áreas sob sua administração e, agora, a companhia amplia o seu compromisso com a conservação ambiental para, em parceria com a Syngenta, instalar também espaços dedicados às colmeias.

“Os polinizadores desempenham um papel importante na produção de alimentos. Isto porque eles estão presentes em 87 das principais culturas alimentares e em 35% das terras agrícolas em todo o mundo. A implementação dos meliponários em unidades da São Martinho reforça o compromisso da Syngenta com a sustentabilidade e demonstra que é possível e essencial conciliar a produção agrícola com a gestão ambiental e cuidado com os polinizadores”, afirma Bruno Ananias, Gerente de Sustentabilidade na Syngenta.

André Tebaldi, Assessor de Meio Ambiente da São Martinho, ressalta que o projeto traz consigo uma série de objetivos estratégicos, todos voltados para a promoção e fortalecimento da biodiversidade, com incremento de espécies nativas.

“Nesta etapa do projeto estamos implementando 32 colmeias, distribuídas nos quatro meliponários e com nove espécies de abelhas nativas, sem ferrão, com destaque para Jataí, Iraí e Mandaçaia. Estes equipamentos proporcionam maior biodiversidade através do aumento da população de abelhas nativas (indígenas), além do serviço ecossistêmico regulatório que é a polinização, contribuindo para a estabilidade da flora no local”, pontua Tebaldi.

O projeto visa garantir um ambiente propício para a preservação desses polinizadores, contribuindo, assim, com a segurança alimentar e com a preservação da biodiversidade. Outro ponto de destaque é o fomento à presença de polinizadores nativos, reconhecendo sua relevância na manutenção dos serviços ecossistêmicos e na promoção da diversidade biológica.

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