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Usina na Angola, da qual a Odebrecht é sócia, deve alcançar capacidade plena em 2020

Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom) — Foto: divulgação

A Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), controlada em 40% pela Odebrecht Angola Produtos e Serviços, do grupo Odebrecht, deverá alcançar 100% da capacidade projetada em 2020.

Na safra 2016/17, encerrada no fim de novembro, a Biocom, também controlada em 40% pela empresa angolana Cochan e os demais 20% pela estatal Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), chegou a 51,5 mil toneladas de açúcar.

Conforme a direção de produção da unidade produtora, a meta inicial era processar 47 mil toneladas do adoçante.

Na temporada encerrada em novembro, a Biocom chegou a 13,8 mil metros cúbicos de etanol e 38,5 mil MWh, segundo a agência de notícias Angop.

A produção da 16/17 equivale a um quinto da capacidade máxima da Biocom, instalada no município de Cacuso, província de Malanje, numa área de concessão de 80 mil hectares, dos quais 15,5 mil estão em exploração.

Saiba mais sobre a Usina Biocom clicando aqui.

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