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Térmica cobra mais de R$ 600 por MWh

Vinte e uma termelétricas em operação a pedidos do Governo federal, para reforçar a oferta de energia elétrica, cobravam acima de R$ 600 pelo megawatt-hora (MWh).

O valor supera em mais de três vezes os R$ 120,67 médios do MWh comercializado pelo PLD, indicador usado para venda de eletricidade no mercado spot.

Integrantes do Comitê: MWh a mais de R$ 600 (Foto: Francisco Stuckert)
Integrantes do Comitê: MWh a mais de R$ 600 (Foto: Francisco Stuckert)

Mas o governo indicou na quarta-feira (04/08) que irá desligar as 21 usinas com o MWh acima de R$ 600.

É o que decidiu o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).  Com essa medida, o custo mensal de operação (CMO) deve se reduzir em R$ 5,5 bilhões em 2015.

Serão desligadas 21 usinas, o que corresponde a uma redução de geração da ordem de 2.000 MW médios de energia.

A medida foi proposta pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), devido à evolução das condições hidroenergéticas do Sistema Interligado Nacional (SIN), com a expectativa de se atingir níveis de armazenamento da ordem de 30% nas Regiões Sudeste/ Centro Oeste, ao final de novembro de 2015.

O CMSE decidiu que o ONS deverá continuar acompanhando as condições hidroenergéticas do SIN, para propor ao comitê a definição da geração térmica necessária para a garantia do atendimento energético do sistema.

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