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Tecnologia de informação no campo

A IFS Industrial & Financial Systems implantou a IFS Applications em seis usinas, compostas pelo Grupo Naoun, Açucareira Corona e Agrovale, que juntas somam cerca de 500 usuários do sistema e administram mais de 150 mil hectares de terra.

A integração das áreas operacionais e administrativas, assim como a geração de informações com qualidade, são os aspectos mais importantes a serem trabalhados no setor sucroalcooleiro. De olho nesse cenário, a IFS aumenta sua oferta para o segmento possibilitando a integração de soluções específicas para o campo ao IFS Applications.

“A Âncora, que tem larga experiência em usinas e possui sistemas especializados para a área agrícola, é a nossa nova parceira. Sua tecnologia monitora o planejamento de colheita e faz o controle das operações agrícolas a partir das informações relatadas pelas amostras de cana-de-açúcar analisadas em laboratórios, que definem o ponto de maturação dos canaviais”, explica Herton Götz, diretor de desenvolvimento de negócios da IFS do Brasil.

De acordo com o executivo, esta solução específica também atende às questões ligadas à logística de transportes, que é um dos mecanismos mais importantes para as usinas nos períodos de safra, pois a fábrica fica ligada 24 horas por dia e não pode haver interrupções no abastecimento de canas durante o processo de moagem, além do sistema de planejamento das atividades agrícolas, que é configurado como um pré-estágio para as ordens de serviço emitidas pelo IFS Applications.

O ERP (Enterprise Resource Planning) da IFS também tem a facilidade de atender outros negócios que derivam das usinas, como a cogeração de energia. Os componentes do sistema permitem o gerenciamento da produção de energia elétrica desde a medição até o seu faturamento.

Para Nelson Fernandes, ex-superintendente da Açucareira Corona que está compondo o time da desenvolvedora na vertical de agribusiness, “a proposta do IFS Applications é fazer muitas coisas por si próprio e integrar-se, no momento da implantação, àquilo que a empresa entender ser específico do seu negócio, e permitir avançar depois”.

Tratar o campo como uma fábrica – Segundo a empresa, os módulos de Manufatura e Manutenção são adaptados tanto aos processos industriais das usinas quanto para o trabalho no campo.

Já o módulo de Manutenção é aplicado em duas das principais áreas de uma usina: a industrial e a agrícola. No setor fabril, que envolve máquinas, equipamentos e instalações, a tecnologia da IFS entra em operação principalmente após o término da safra, que tem um período de sete meses. Os cinco meses em que as usinas ficam paradas é a época destinada às manutenções preventivas e corretivas para que não surjam problemas durante a safra. “Se a fábrica apresentar incorreções que necessitem parar máquinas, o prejuízo é incalculável”, comenta Fernandes.

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