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SJC encerra julho com o melhor da sua história

Companhia conquista vários recordes em suas duas unidades

Usina Rio Dourado

Com várias marcas conquistadas, a SJC Bioenergia encerrou julho como o melhor de sua história em suas duas unidades, em Goiás. Além dos recordes de produção, a companhia comemora também o índice zero de acidentes de trabalho nesta temporada, que vem chamando de Safra da Transformação.

A Usina Rio Dourado alcançou quatro marcas com recordes históricos e sem acidentes, no mês. Em cana moída foi 494.488 mil toneladas; etanol 40.333 m3; etanol anidro 39.118 m3 e energia 31.255,73 MW.

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A Usina São Francisco conseguiu três marcas com recordes históricos e duas com recordes para o mês de julho: a cana processada foi 770.589 mil toneladas; etanol 28.364 m3 e energia 59.224 MW. Além disso, conseguiu 98,14% de aproveitamento de tempo Industrial e 94,53% de Recuperação Total Corrigido – RTC.

 No total, a SJC bateu dois recordes históricos em julho: 1.265.077 de toneladas de cana moída e 90.479 MW de energia produzida.

Os números recordes continuam em agosto, sendo que a SJC alcançou no dia 11 do mês, 5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processada.

O gerente industrial Corporativo da SJC, Marcus Lages, lembra que os recordes obtidos na URD foram obtidos com a ajuda do software S-PAA. “Principalmente por garantir a estabilidade da moagem, mantendo a eficiência da extração e a estabilidade de toda a planta industrial”, disse.

Abel Uchoa, diretor geral da usina, afirmou que estão muito satisfeitos com as transformações que as unidades estão realizando nesta safra.

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“A SJC Bioenergia está consolidando, mês a mês, performances que vão nos levar a alcançar a melhor safra de todas as safras. Os recordes que vêm sendo batidos são o resultado da evolução industrial e agrícola que vem sendo construída com consistência em nossa empresa”, disse.

O diretor ainda comentou que isso só é possível porque “é fruto de um trabalho focado em segurança e na engenharia da qualidade, proporcionando alto rendimento operacional, consolidando, desta forma, a verticalização dos processos na SJC”.

 

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