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Setor sucroenergético pede apoio do governo para coibir violência no campo

Prejuízos superiores a R$ 9 milhões por ano só com incêndios criminosos

Tem sido muito frequente a situação de insegurança no campo, principalmente nas áreas produtoras de cana-de-açúcar nos municípios da Zona da Mata, como Santa Rita, Pedras de Fogo e Caaporã, demanda apresentada na manhã desta quinta-feira (26), na sede da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social, em reunião com representantes do setor, como o presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool PB), Edmundo Barbosa e o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais.

O Sindalcool participou do encontro a convite do secretário de Estado da Segurança e Defesa Social, Jean Francisco Nunes, e na oportunidade, Edmundo Barbosa solicitou apoio do Estado à campanha de redução de incêndios criminosos nas áreas de cultivo e de preservação permanente.

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O dirigente do Sindalcool explicou que as implicações da ação de marginais em atear fogo causam prejuízos superiores a R$ 9 milhões por ano. As ações criminosas no campo ainda incluem os roubos e furtos em que atingem produtores e trabalhadores.

Barboza exemplificou que no reservatório de Gramame, nas áreas que as usinas recuaram o plantio de cana-de-açúcar para atenderem a legislação vigente, houve invasões que hoje vem contaminando a água, lençol freático, entre outros, e que também, necessitam de uma intervenção do Estado.

Ele avaliou que a reunião foi bastante proveitosa e que um próximo encontro para tratar da pauta acontecerá no próximo dia 31, às 9h, na sede da Asplan. A agenda desta quinta-feira também contou com a participação de fornecedores de cana.

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