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Setor bioenergético tem pesquisas de inovação para aumento da produtividade

CTC mostrou novidades da cana durante a Agrishow

Para combater o gargalo da produtividade do setor bioenergético, o CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) tem focado num programa de melhoramento que consiste em pesquisas e ações de expansão da produção. Aumento da produtividade por meio de melhoramentos convencionais e de biotecnologia (modificação genética) são as principais armas do setor.

Quem deu detalhes sobre as pesquisas desenvolvidas há décadas pela instituição, com apoio de parceiros no Brasil e nos EUA, foi Suleiman Hassuami, engenheiro mecânico pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), que desenvolve tecnologia há mais de 20 anos para a indústria canavieira.

“Inovar é fundamental para o setor continuar sendo a potência que é”, disse Hassuami, na palestra que proferiu nesta terça-feira (26), na Arena do Conhecimento, na Agrishow 2022. A cana-de-açúcar movimenta R$ 20 bilhões no Brasil, que é o maior produtor do planeta (produz de 30 a 40% da cana e mais da metade do açúcar do mundo), gerando mais de 800 mil empregos diretos.

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Suleiman explicou que, na década de 1990, e com a expansão da cana para outras áreas de solo menos propício, houve uma queda na produtividade, embora tenha ocorrido um aumento no número de usinas de 2008 para cá. Assim, a expansão da produtividade vem sendo trabalhado pelo CTA com projetos de biotecnologia.

Um exemplo são as sementes modificadas, mais resistentes aos novos solos e herbicidas. Em 2017, o CTC lançou a primeira variedade de sementes transformadas geneticamente, o que se traduz na primeira cana transgênica do mundo.

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