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“Sensibilização para o trabalho com Pessoas com Deficiência (PcDs)” é tema de treinamento de Usina

usina santa vitoria treinamento cegosA Usina Santa Vitória Açúcar e Álcool (SVAA), promoveu nos dias 9 e 10 de setembro, um treinamento sobre “Sensibilização para o trabalho com Pessoas com Deficiência (PcDs)” para funcionários e parceiros. O projeto de Inclusão Social de Deficientes no Mercado de Trabalho da SVAA é continuo e prevê outras ações de sensibilização com colaboradores, parcerias com entidades, como a APAE, a divulgação das vagas, entre outras atividades de adaptação e integração. Atualmente, a SVAA possui em seu quadro de funcionários colaboradores com deficiência auditiva e física e está com vagas abertas para PcDs nas áreas administrativas, agrícola e industrial.

Participaram diretores, gerentes, coordenadores, supervisores e gestores da SVAA e representantes de empresas parceiras. “O objetivo desse treinamento é sensibilizar nossas lideranças para a contratação de PcDs, não só para cumprir a legislação, mas acima de tudo para promover a inclusão social. Queremos que eles sejam multiplicadores dessa ideia, envolvendo todos os colaboradores nesse processo e estimulando o desenvolvimento profissional e a integração desses colaboradores na empresa”, ressalta a supervisora de Desenvolvimento Organizacional da SVAA, Lara Franco.

O curso, que foi ministrado pela equipe do Núcleo de Inclusão de PcDs do Senai, aconteceu no auditório da Associação Comercial e Industrial de Santa Vitória (ACISV).

Durante a atividade, os participantes conheceram as leis e dados sobre os deficientes no Brasil e no mundo, assistiram vídeos mostrando a maneira correta de auxiliar pessoas cegas, surdas, mudas e com limitações físicas ou intelectual e viram algumas histórias de profissionais com deficiência, reconhecidos mundialmente. Um desses é o caso do compositor alemão de música clássica Beethoven, que tinha deficiência auditiva, e o famoso músico Ray Charles, que era deficiente visual.

No intervalo todos puderam vivenciar, por alguns minutos, como é o dia a dia uma pessoa com deficiência, por meio de uma dinâmica que utilizou de materiais como cadeira de roda, muletas, tapa-olho, entre outros para simular as diversas limitações.

A ideia da atividade era vivenciar o momento de uma refeição na condição de deficiente. Para o Gestor de Tratos Culturais Breno Queiroz que teve os olhos vendados, não foi fácil achar o caminho para chegar até a mesa de lanches. “É difícil ter qualquer tipo de limitação, mas com a ajuda de colegas consegui encontrar a mesa de lanches e participar do café. Nessa dinâmica todos estavam voltados para interagir e auxiliar uns aos outros, mas, infelizmente, no dia a dia isso é bem diferente e não é todo mundo que oferece ajuda e com certeza deve ser muito mais difícil”, constata o gestor.

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A enfermeira do Trabalho da SVAA, Ana Cecília de Queiroz Santos, participou da atividade na condição de cadeirante. “Foi muito interessante sentir na pele e perceber a dificuldade que se tem em fazer coisas tão simples como tomar um café. Vivenciar isso, nos ajuda a entender melhor o que eles passam e nos estimula a ter uma atitude mais proativa em relação a ajudá-los a superar os obstáculos que possam surgir”, revela a enfermeira.

“Esse treinamento mudou a minha forma de enxergar as PcDs. Temos que entender que contratar uma pessoa com Deficiência não é um ‘ato de caridade’, mas sim a possibilidade de inserir no mercado de trabalho uma pessoa tão ou mais capaz do que qualquer outra, que possui uma grande força de vontade e consegue superar as limitações”, reforça a analista de Desenvolvimento Organizacional da SVAA, Cláudia Bethania da Silva.

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