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Secretário geral vem conhecer etanol

O secretário geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, afirmou ontem estar impressionado com os esforços do governo brasileiro na produção de energia renovável e que o mundo ainda não entendeu os esforços do País na produção de bioenergia. O Brasil, efetivamente, é um gigante verde discreto que lidera a produção de energia renovável e é uma das poucas nações que fazem bioenergia em larga escala, disse Ki-moon, logo após visitar a Usina Santa Adélia, em Jaboticabal (SP), no seu primeiro compromisso oficial.

A visita faz parte de uma maratona do secretário geral da ONU para, segundo ele, aprender sobre os impactos das mudanças climáticas no mundo, até a conferência sobre o clima, prevista para ocorrer no início de dezembro, em Bali, Indonésia. Em Bali os chefes-de-Estado tentarão chegar a uma nova legislação sobre o clima e a estrada para Bali passa pelo Brasil.

Apesar de elogiar a produção de biocombustíveis no Brasil, o secretário geral da ONU cobrou do governo e do setor produtivo a responsabilidade de fazer um balanço entre os custos sociais e os benefícios da produção dos biocombustíveis, numa referência às denúncias de trabalho forçado nas lavouras.

Ki-moon disse ainda que há uma preocupação em relação às questões ambientais, com o desmatamento e a queima da cana-de-açúcar, necessária para a colheita manual da cultura utilizada na produção de álcool. Na visita de cerca de uma hora e meia na usina do interior paulista, o secretário-geral da ONU conheceu uma lavoura de cana-de-açúcar, uma colheitadeira manual e ainda a produção de álcool e açúcar.

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