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Saiba como a Usinas Itamarati trabalha para se recuperar financeiramente

A Usinas Itamarati, localizada no sudoeste do Mato Grosso, na cidade de Nova Olímpia, deve fechar a safra 2014/15 com moagem superior ao previsto inicialmente. As chuvas que se ausentaram em diversas regiões do país, foram benéficas naquela localidade, tornando possível o esmagamento de 4,7 milhões de toneladas de cana, 500 mil a mais do que o estimado.

Antonio Carlos Christiano, presidente da empresa, diz que tem trabalhado para recuperar as finanças da usina. Há cerca de um ano a frente da companhia, conta detalhes do plano estabelecido. “Fizemos uma completa reestruturação da companhia, diminuindo as despesas significativamente. Temos contado também com uma grande ajuda dos fornecedores e estamos tentando alongar a dívida passada. Devemos terminar a entressafra em 30 de março com todos os fornecedores deste ano pagos, coisa que não vinha acontecendo”, afirma.

Um fato que chama a atenção é o trabalho de escambo promovido pela usina. A prática, utilizada durante os primórdios da colonização portuguesa do Brasil, se caracteriza pela troca ou permuta entre produtos. “Voltamos ao passado neste quesito. Hoje, recebemos herbicida e óleo diesel, por exemplo, e trocamos por etanol. Com isso, mantemos as contas em dia”, diz Christiano.

A usina conta com capacidade de moagem de 6,3 milhões de toneladas de cana por safra, sendo capaz de produzir diariamente 1.500 m³ de etanol e 2 mil toneladas de açúcar. A unidade é autossuficiente em energia elétrica, com capacidade de produção de 36 MW a partir do bagaço da cana.

 

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