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Roraima terá usina de etanol de milho de R$ 1 bilhão

Projeto é da Millenium Bioenergia

Além de etanol, o cereal será matéria-prima da futura unidade para produzir eletricidade e DDGs. (Foto: Divulgação)

O município de Bonfim, em Roraima, sediará unidade produtora de etanol de milho orçada em R$ 1 bilhão.

O empreendimento é da Millenium Bioenergia, empresa com projeto de etanol de milho em implantação no Mato Grosso, em Tabaporã.

Com holding sediada em São Paulo, a Millenium relata possuir subsidiária aberta em Wellington, Flórida (EUA).

Trata-se de joint venture com a Sugarism Trade & Consulting Inc.

 

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Confira informações do empreendimento em Roraima, a partir de dados também divulgados pela website da Folha de Boa Vista:

 

Produção

A produção prevista da unidade é de 600 mil litros de biocombustível por dia.

Localização 

A área destinada à unidade está localizada na região do Tucano, município de Bonfim, e possui 270 mil m2 de obra.

Investimento

Estima-se que o investimento seja de R$ 1 bilhão e que 1500 trabalhadores sejam utilizados na construção da fábrica.

Livre comércio

O fato de Bonfim ser uma área de livre comércio e um município produtor facilitará a situação da empresa que deve receber benefícios em impostos.

Perto da fronteira

Outro ponto favorável é o do município estar localizado na fronteira com a Guiana.

Isso facilitará o escoamento da produção após a construção da estrada que liga o Brasil a Georgetown.

A primeira fase da obra deve durar 14 meses e a indústria será implantada em uma fazenda as margens da RR-401.

Matéria-prima

O milho a ser processado virá do próprio Estado. Em caso de insuficiência de oferta, a unidade recorrerá a produtores da região Norte do País.

Consumo de milho

Na primeira etapa, o consumo anual é estimado em 480 mil toneladas do cereal.

Já na segunda fase, a demanda deverá ir a 1 milhão de toneladas por ano.

Produtos

A indústria vai produzir cinco produtos à base de milho:

  • Etanol; –
  • Farelo de milho (DDGS – Dried Distillers Grains With Solubles); –
  • Gás dióxido de carbono (CO) alimentício engarrafado, b-
  • io-óleo comestível; e
  • oito a 15 megawatts de energia excedente.

Quem está à frente do projeto

Acácio Rozendo é o diretor comercial da Millenium Bioenergia.

Clique aqui para mais informações sobre a empresa.

 

?geração de emprego e renda, muito por conta do grande potencial da região e da ALC (Área de Livre Comércio) existente naquela localidade.

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