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A responsabilidade por dar certo é de todos!

Quando hoje falamos de sucesso, temos que olhar dentro de um sentido de contribuição coletiva e não de ações individuais e pontuais. Resultados são medidos cada vez mais e reconhecidos através de metas que dependem de micro sucessos em cadeia, para se chegar num cenário macro. Nas organizações isto não é diferente.

Dirigentes, gestores e líderes de empresas são preparados diariamente e cobrados para apresentar resultados em suas áreas, que irão impactar diretamente no resultado maior do negócio que é gerar lucro. E também resultados associados como produtividade, eficiência, qualidade, expansão de mercado, boas parcerias de negócios, imagem fortalecida, etc.

A receita da gestão eficaz tem sido estimulada e tratada de forma sistematizada dentro das empresas, e todos se voltam para as necessidades atuais. Temos falado hoje da premissa da gestão contemporânea que é fazer mais, melhor, mais rápido e com menos. E, adicionando-se a visão mais atual, com sustentabilidade.  As empresas já estão correndo para incorporar esse foco.

Para se fazer mais, melhor, mais rápido, com menos e com sustentabilidade, não podemos deixar de falar em pessoas e lideranças. A busca pela competência de gerar resultados é grande e existe uma mobilização nas organizações para que isso aconteça. Todos são levados a se sentir responsáveis por isto: alta direção, gestores, RH´s que hoje são indicados como área estratégica no suporte ao alcance desses resultados, consultorias de apoio, entre outros envolvidos. Da mesma forma essas partes deveriam se mobilizar para tratar de assuntos que são tão necessários como os já citados: atualização de políticas e práticas de gestão de pessoas para fidelizar e engajar pessoas; melhoria do processo de comunicação interna (e aqui falo da gestão da comunicação no dia a dia que vem das lideranças da empresa) para profissionalização das relações de trabalho e da cadeia de resultados; do amadurecimento da postura dos profissionais nos ambientes de trabalho, onde hoje presenciamos equívocos claros for falta de modelos; na melhoria mais do que urgente dos papéis, posturas e competências de liderança e gestão;  de maior patrocínio e acompanhamento dos dirigentes sobre os assuntos de relações no trabalho, clima, liderança e parcerias internas; de maior preparo dos gestores para buscar melhoria nos assuntos que concernem às suas equipes e a melhor forma de mantê-los trabalhando bem e focados; de maturidade das parcerias internas, e aqui falo das relações dentre partes importantes que precisam estar em sintonia e sinergia para que os resultados sejam realmente completos e sustentáveis. E não resultados bipartidos.

Para se chegar à premissa que dá o título a esse meu texto – a responsabilidade por dar certo é de todos-, precisamos que (e isto se faz urgente):

– empresa e alta direção conduzam também sua atenção para a gestão de pessoas: não precisam fazê-la pessoalmente em termos de levantar bandeiras, mas entender a necessidade de se investir e de delegar essa missão a quem entende e quer capitaneá-la;

– gestores entenderem, de uma vez por todas, que gestão de pessoas está na sua descrição de cargos e que não dá mais para jogar essa responsabilidade na mão do RH: o mundo mudou! Tem-se que fazer junto e ser o maior parceiro dessa área;

– RH: sair da sua mesa e buscar parceria direta com seu maior aliado, que são os gestores. Só juntos conseguirão convencer a alta direção de que é preciso mudar o gerenciamento do nosso maior bem, aquele que está ficando escasso dentro e fora das empresas. Isto porque falta, além de muitas outras coisas, o verdadeiro poder de atração de alguém por algo: a admiração pelo modelo e propósito. O mundo mudou, digo novamente.

Dirigentes, gestores, líderes, pessoas/profissionais e RH´s precisam entender claramente seus papéis e o porquê da necessidade de mudar a forma de fazer gestão. E tratar de forma adulta a questão de que se quer que dê certo, de verdade, é preciso que todos se empenhem para tal. E isto não se restringe a fazer a sua parte, de forma isolada e quadriculada.  É necessário treinar em todos a postura que tanto tem sido proferida nos últimos anos como uma das maiores competências a ser buscada nos profissionais: a postura de dono, de empresariamento, de intraempreendedorismo, de comprometimento. Sem isto ficará cada vez mais difícil obter os resultados que as empresas precisam para sobreviver. Mas é preciso um esforço coletivo para que as pessoas comecem a pensar e agir dessa nova forma. Discursos sem exemplos não garantem nada.

Tenho sido repetitiva? Sim e de forma consciente, pois quanto mais vejo e exerço minha missão, mas entendo que preciso falar e contribuir com essa lucidez.

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