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Para executivos, reeleição de Graça Foster mantém crise do etanol

Graça Foster segue os passos de Dilma / Foto: IG
Graça Foster segue os passos de Dilma / Foto: IG

Recentemente, o Conselho de Administração da Petrobras reelegeu Graça Foster por mais três anos na presidência. Para o setor sucroenergético, esse quadro não muda a situação atual da cadeia produtiva ou do etanol que perdeu competitividade para a gasolina, pois segundo um executivo do segmento, a gestora segue as ordens do acionista majoritário “o governo”. “O acionista majoritário indica quem ele deseja no cargo. A Graça está ali para servir o governo e fazer a lição de casa”, revela Jorge dos Santos, diretor executivo do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras de Mato Grosso – Sindalcool/MT.

Dessa forma, ele só vê duas alternativas para o futuro do setor: com e sem a reeleição da presidente Dilma Roussef. “Se a Dilma não for reeleita, em 10 a 15 anos o setor sucroenergético se recupera. Se ela for reeleita, eu perco a noção desse tempo”, diz.

Ele informa que se a atual presidente do país for reeleita, a situação do setor não irá mudar. “A não ser que mude o Congresso. Então terei esperança. Precisamos de política pública que contemple o etanol para podermos planejar o futuro do segmento”, ressalta.

Outro executivo do segmento sucroenergético, concorda com Santos e diz que a cadeia produtiva como um todo está sendo estrangulada aos poucos. “Não vejo a luz no fim do túnel para o setor com a Graça Foster e a presidente Dilma como gestoras da Petrobras e do país, respectivamente. Quando era Ministra das Minas e Energia a Dilma dizia que nunca iria dar dinheiro para esse setor. Esperamos que a partir das manifestações agendadas para maio em Brasília, algo mude. E se nada mudar, a Petrobras e o governo irão continuar priorizando a gasolina”, desabafa.

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