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Recordes marcam início da safra da SJC Bioenergia

Companhia teve lucro líquido 161% acima do exercício passado

O início da safra 2020/2021 está sendo considerado o melhor de toda a história da SJC Bioenergia. A “Safra da Transformação”, como foi titulada, já bateu 17 recordes (de 1º de abril até o dia 22 de junho) que incluem processamento de cana, produção de energia elétrica e disponibilidade industrial. Há ainda cinco recordes relacionados à segurança (anos sem acidente com afastamento) e a certificação multisite da ISO 9001:2015.

Ontem (24), a companhia alcançou a marca de 3 milhões de toneladas de cana processada neste início da Safra da Transformação. “Uma grande conquista! Esses dados fantásticos vieram impulsionados com encerramento da Safra da Superação (2019/2020), cujos resultados excelentes marcaram a história da SJC”, considera Abel Uchoa, diretor geral da SJC Bioenergia.

A companhia acredita que a Safra da Transformação irá consolidar resultados cada vez melhores na produção em todos os setores. “Estamos focados em manter a excelência, incluindo, sem dúvida alguma, a segurança. Queremos crescer ainda mais em excelência operacional e com zero acidente”, explicou Uchoa, comentando que a “a Transformação que dá nome a esta safra é, essencialmente, acreditar no potencial de cada um. Temos um grande time para isso e para alcançarmos 11 milhões de toneladas de cana equivalentes”, ressaltou.

Os resultados financeiros também são bons. A companhia teve lucro líquido R$ 209,1 milhões, conforme balanço divulgado esta semana, que é 161% acima do valor reportado no exercício passado, de R$ 79,9 milhões.

Fundada em 2011, a SJC Bioenergia é uma joint venture entre a Cargill e o grupo São João e tem duas unidades em Goiás: a Cachoeira Dourada (Usina Rio Dourado) e Quirinópolis (Usina São Francisco).

 

 

 

 

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