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Quanto etanol celulósico a GranBio fez em 2015?

O Portal JornalCana acompanhou na segunda-feira (30/11), no evento World Bio Markets, em São Paulo, a palestra do economista Alan Hiltner, vice-presidente de novos negócios da GranBio, empresa de bioetcnologia que opera a primeira planta industrial de etanol celulósico (2G) do Brasil.

Após a palestra, a equipe do Portal JornalCana contatou o executivo para entrevista, mas foi contida pela assessoria de imprensa. Mas o que a equipe apurou gera o conteúdo a seguir, enquanto aguarda-se contato para entrevista, conforme firmado pela assessoria. 

A fábrica de etanol 2G Bioflex 1, localizada no município de São Miguel dos Campos (AL), iniciou as operações em setembro de 2014 com estrutura para produzir 82 milhões de litros de biocombustível celulósico por ano.

Mas quanto a usina da GranBio fez em 2015?

Hiltner: busca de saídas
Hiltner: busca de saídas

No curto contato com Alan Hiltner, ele disse ao Portal JornalCana não ser possível ainda estimar o volume produzido de biocombustível. “Já fizemos previsão anterior, que não foi cumprida”, disse.

Em meados deste mês de dezembro, provavelmente na primeira quinzena, os executivos da GranBio sentarão para avaliar a situação da Bioflex 1.

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Durante sua palestra, o vice-presidente de novos negócios da GranBio relatou problemas relacionados à produção de etanol celulósico na planta de São Miguel dos Campos, sem indicar os responsáveis pela situação.

Conforme divulgado pela própria GranBio, a fábrica de 2G utiliza a tecnologia de pré-tratamento PROESA® da empresa italiana BetaRenewables (empresa do Grupo M&G), as enzimas da dinamarquesa Novozymes e as leveduras da holandesa DSM.

 

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