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Projetos de bioeletricidade e logística agrícola geram ganhos para a Atvos

Iniciativas aumentam a produtividade e performance da companhia

Osvaldo Davila Junior, coordenador de produção, recebeu o troféu Usina do Ano – Bioeleticidade  

Na busca por mais eficiência energética e na logística da área agrícola, a Atvos implantou projetos que vêm resultando em ganhos significativos. Um deles, resume-se no aumento da geração horária de energia produzida a partir da combustão de biomassa, usando o mesmo montante de bagaço da cana, que teve a umidade reduzida, aumento de eficiência de combustão e estratégia direcional de alimentação dos turbogeradores, tornando possível elevar a geração de energia elétrica de 370 kWh/tbiomassa para 395 kWh/tbiomassa.

A ação tem ganho estimado de R$ 4 milhões para a safra atual, além de ter sido feita sem a necessidade de investimentos ou contratação de mão de obra externa, apenas com a definição de estratégias de manutenções internas e ajustes operacionais e acompanhamento. O projeto resultou em premiação para a unidade Água Emendada (GO), considerada a “Usina do Ano – Bioeletricidade”, no MasterCana 2020.

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Rodrigo Vinchi, diretor agrícola da Atvos recebeu o troféu de Automação Agrícola 

Outra iniciativa da Atvos também reconhecida na premiação e que deu à companhia o troféu “Usina do Ano – Automação Agrícola” é o Projeto Cubo da área agrícola. Com ele, a empresa vem registrando ganhos significativos de produtividade com a otimização da digitalização da logística agrícola, centralizando o monitoramento e controle de colhedoras, tratores e caminhões.

O projeto piloto foi realizado nas unidades de Eldorado e Santa Luzia, no Polo Sul, em Mato Grosso do Sul, e cada etapa do processo de produção passou a ser controlada e acompanhada pela base remota localizada no escritório de Campinas (SP) da Atvos, que se comunica em tempo real com os operadores agrícolas.

Com a implementação dessas ações, o tempo de utilização do maquinário teve aumento de 20%, além de reduzir a frota de veículos das duas unidades. Quando o Projeto Cubo estiver totalmente implantado no próximo ano, haverá potencial para retirada de até 87 equipamentos, além de alcançar uma economia de R$ 34 milhões, conforme as expectativas e planejamento.

 

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