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Presidente da ETH vê no campo as oportunidades do futuro

Por que presidir a ETH?

Conseguimos fazer um processo bem-sucedido de consolidação na Braskem e os desafios de construir uma empresa como a ETH, baseada num novo modelo de negócios, é sem dúvida um desafio muito saboroso.

Qual o “grande objetivo”?

Queremos ser líderes em nosso mercado. Teremos de crescer muito nos próximos anos e não temos a menor expectativa de que outras empresas, como a própria Cosan, que é a atual líder, vão ficar paradas esperando o nosso crescimento. Ela, assim como as outras, vai crescer e caberá a nós buscar essa liderança ao longo dos próximos anos mesmo que não seja logo.

Por falar em Cosan, como o Sr. observa, como modelo de negócios, a aquisição das operações da Esso no Brasil?

Sem dúvida, foi um passo ousado. Contudo, se torna evidente que os grandes grupos terão de possuir algum tipo de relacionamento com os canais de distribuição. Isso não quer dizer que tenhamos que fazer aquisições desse porte. mas sim pensar em algum outro tipo de parceria.

Como não entrar no mesmo aperto financeiro de outras usinas?

Temos observado, que o problema vivido por muitas usinas tem muito a ver com a utilização da venda de açúcar para financiar projetos. Acreditamos que isso não seja viável. Por isso, no nosso modelo de negócios, esse produto servirá apenas para fazer fluxo de caixa, enquanto os investimentos ficarão a cargo dos controladores da ETH.

E como estão as captações de crédito?

A ETH é financiada em 40% por seus acionistas. Desse total, 33% correspondem à parcela da empresa japonesa Sojitz Corporation. Os outros 60% são dívidas de longo prazo, em que o BNDES está envolvido, assim como o japonês JBIC. Temos uma linha de crédito praticamente aprovada no BNDES de R$ 1,2 bilhão.

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