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Planejando a colheita mecanizada

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A mecanização em escala acelerada tornará rapidamente a queima da cana e a colheita manual coisas do passado, favorecendo o meio ambiente. No entanto, sua adoção por parte das usinas sucroenergéticas obriga a uma revisão dos conceitos tradicionalmente aplicados na lavoura canavieira, com o intuito de se aproveitar melhor os novos recursos sem incorrer em perdas.

Como acontece com toda inovação, existe um período de adaptação de que técnicos e trabalhadores necessitam para poderem usufruir vantajosamente das novas condições.

Um dos aspectos que foram sensivelmente alterados com a mecanização da colheita é a distribuição e formato da área dos talhões. Agora é necessário que se pense em reduzir o número de manobras que as colhedoras fazem para acessar as diversas linhas de cana, sob pena de aumentar muito o tempo morto necessário a essas operações e também o consumo de combustível.

Os novos talhões precisam ser dimensionados de forma a proporcionar o maior “tiro”, ou deslocamento da colhedora sem retornos, além de não possuírem desníveis acentuados que possam desestabilizar a colhedora, resultando em risco apara a operação. Especial atenção deve ser dada quando da execução de curvas de nível, prevendo que sejam compatíveis com a operação das máquinas.

A matéria completa você acompanha na edição 229 do JornalCana.

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