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PIB pernambucano cresce em 2001 impulsionado pelo setor canavieiro

O PIB pernambucano cresceu 1,8% em 2001. O Produto Interno Bruto Estadual foi impulsionado, em grande parte, pelo bom desempenho registrado pelo setor sucroalcooleiro, que se manteve à parte do racionamento de energia ocorrido naquela época, além de não ter sofrido os efeitos da variação climática. O setor industrial foi o que registrou o maior crescimento no período, 1,7%. O PIB pernambucano em 2001 foi da ordem de R$ 31,7 bilhões. A média nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e EStatística (IBGE), foi de 1,3%.

O incremento foi puxado pelos segmentos da indústria de transformação (2,7%) – no qual se inserem os gêneros alimentares, incluindo o setor sucroalcooleiro, ainda a principal atividade econômica pernambucana – e construção civil (1,3%). Na ocasião o setor sucroalcooleiro não sentiu os efeitos do racionamento pelo fato de ser auto-suficiente na geração de energia. Em 2001, a Zona da Mata, onde se localizam os canaviais, também não sofreu efeitos relacionados á variação climática. Já o segmento de construção civil foi impulsionado pela realização de obras públicas, como a duplicação da BR-232.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pernambuco continua ocupando a nona colocação nacional e a segunda no Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia, que registrou um PIB de R$ 52,2 bilhões.

Já Alagoas caiu da sétima para a oitava posição no regional e da vigésima para a vigésima primeira colocação em nível nacional. Dentre os estados nordestinos o que apresenta o menor PIB é Sergipe.

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