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Peru sedia rodadas de negócios do setor

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Pela terceira vez, o Apla (Arranjo Produtivo Local do Álcool) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promovem ações do Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy no Peru. Desta vez, o evento será realizado na cidade de Chiclayo, no norte do país, nos dias 6 e 7 de dezembro. Para os organizadores, o cenário favorável para negócios entre os países torna o Projeto uma ferramenta imprescindível para a ampliação do setor sucroalcooleiro tanto no Brasil, quanto no Peru, segundo os organizadores.

Nesta missão, participarão cerca de 25 empresas brasileiras e também empresários vindos da Bolívia, Colômbia, Equador, Venezuela e Panamá dos setores da indústria, tecnologia, comércio e serviços que buscam expandir os negócios em âmbito internacional.

Desenvolvimento

A economia peruana registrou crescimento de 6,47% do PIB (Produto Interno Bruto), em maio de 2012, em relação ao mesmo período de 2011. Segundo o instituto de pesquisas Inei, o PIB do Peru se expandiu em quase todos os setores da economia. Um dos destaques foi agricultura que apresentou crescimento de 7,75%.

O diretor executivo do Apla, Flavio Castelar, conferiu in loco as novas possibilidades de negócios no Peru e, com base nas reformas em dez engenhos, três novos projetos para produção de etanol em andamento e outros dois em estudo, “o panorama local no país aponta uma expectativa de investimentos superior a 700 milhões de dólares no setor sucroalcooleiro nos próximos quatros anos”.

Outro ponto em destaque para os negócios Brasil-Peru é a recém-inaugurada Rodovia Interoceânica, que liga a capital do Acre, Rio Branco, às cidades portuárias de San Juan de Marcona, Matarani e Illo, no Peru, passando pela Bolívia.

Na visita à cidade, Flavio Castelar destacou a importância da província de Chiclayo, localizada na região de Lambayeque, para o setor “Esta região está começando a crescer e está em uma localização logística e estratégica privilegiada para recebermos os empresários vindos de todo o Peru”. 

Além do apoio do governo local, o Apla e a Apex-Brasil contam com a colaboração e parceria do Ministério da Agricultura, Agrobanco, Associação Nacional dos Produtores de Cana, dos engenhos Pomalca, Tuman, Pucala e da maior companhia do setor no Peru, o Grupo Glória – que possuem engenhos no Peru, Equador e Argentina – produtor de aproximadamente 700 mil toneladas de açúcar por ano.

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