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Para Cosan, seca aumenta qualidade da cana e safra deve acabar antes

A estiagem no Estado de São Paulo, onde se localizam as 17 unidades processadoras do Grupo Cosan, melhorou a qualidade da cana-de-açúcar e aumentou o açúcar total recuperável (ATR) por tonelada processada nas usinas da companhia, informaram hoje os executivos da empresa, durante teleconferência. De acordo com eles, a seca deve reduzir o período de processamento das unidades, já que os períodos de chuva, que paralisam a colheita e a oferta de cana-de-açúcar, foram pequenos. “Os efeitos positivos do tempo este ano fizeram com que as indústrias processassem a pleno vapor desde o começo da safra, com aproveitamento fantástico e com um ATR mais rico”, afirmou Paulo Diniz, vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores do Grupo Cosan.

Com o período de seca, a cana produz mais açúcar após ser processada. Após o fim da estiagem e o aumento dos períodos chuvosos a cana utiliza esse açúcar para “se alimentar” e seguir crescendo. Com a estiagem, 16 unidades da companhia devem encerrar a safra até a segunda quinzena de novembro, ante uma previsão inicial de se estender o processamento da cana até dezembro.

Diniz e Alexandre Aidar, vice-presidente Comercial do Grupo Cosan, informaram que a previsão de processar pouco mais de 35 milhões de toneladas de cana-de-açúcar nas unidades está mantida e que é possível uma pequena variação nas previsões de produções de álcool e açúcar, estimadas em 1 bilhão de litros e 3,5 milhões de toneladas, respectivamente. Os dois executivos informaram ainda não ser possível prever os possíveis impactos da estiagem na próxima safra, ou seja, sobre a cana plantada e em desenvolvimento neste ano.

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