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Onde atacar para reduzir custos da produção de cana

A ociosidade dos processos é considerada a maior causadora de custos

A ociosidade dos processos é considerada a maior causadora de custos agrícola e industrial. “Devemos ter os processos muito bem definidos para não ter mão de obra e equipamentos ociosos. Quando são subdimensionados, os processos se tornam comprometidos, portanto, prejudicados”, afirma Achiles Mollon, sócio na A2M Consultoria Laboratorial.

Um exemplo dado por Mollon é quando, no início de safra, se define uma quantidade de cana disponível para a aniagem e por diversos motivos a agrícola não consegue entregar essa quantidade de cana. O contrário também é verdadeiro, é definida uma quantidade de cana a ser moída e a indústria não consegue absorver essa cana e a agrícola fica com os equipamentos e pessoal ociosos.

“Nesse caso, a gestão deve ser mais focada, os acompanhamentos principalmente de insumos devem ser diários, pois a falta pode até parar o processo, principalmente com atrasos de entrega dos insumos pelos fornecedores. Devemos trabalhar, quando possível, com um estoque maior na unidade industrial”, orientou.

Inteligência artificial ajudando a transformar a usina

Oliveira: na operação deve-se visualizar o balanço de massa e energia de forma integrada 

Uma das maneiras eficientes para mitigar as perdas industriais é ter mapeado todo os processos de produção, ou melhor, fazer com que toda a equipe responsável pela produção, não somente gestores, mas também a equipe operacional conheça e tenha acesso facilitado ao balanço de massa e energia, de preferência em tempo real, para agilizar a atuação. “Assim, os gestores terão os dados de eficiência dos principais equipamentos de forma a facilitar a tomada de decisão de manutenção de equipamentos e aprimorar o conhecimento de gargalos de produção. Como por exemplo, um equipamento ineficiente que está processando mais do que deveria em detrimento de outro que está mais eficiente naquele momento e que poderia ser mais bem utilizado”, elucida Bruno M. de Oliveira, engenheiro químico da Soteica – Ideas & Technology.

De acordo com ele, para a operação deve-se visualizar o balanço de massa e energia de forma integrada o que permite que todas as áreas envolvidas compreendam melhor que a usina deve operar de forma única, ou seja, cada setor tem sua importância e deve operar de forma equilibrada para atingir os objetivos de produção.

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