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O setor está fazendo sua parte. O Governo deve fazer a dele!

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A Carta Pública em Defesa da Cadeia Produtiva Sucroenergética, apresentada por centenas de produtores canavieiros, representantes da indústria de base, lideranças governamentais do setor sucroenergético e apoiada pelo JornalCana, está repercutindo de maneira progressiva em toda a sociedade. O alvo é alcançar milhares de assinaturas e organizar manifestações nas cidades produtoras e impactar a capital federal!

O movimento foi incentivado por nós durante o Ethanol Summit e teve início de forma espontânea no último dia 2 de agosto, em Piracicaba, SP, com manifestações dos produtores de cana, açúcar e etanol. No último dia 30 de agosto aconteceu o “Ato Público em Defesa da Cadeia Produtiva Sucroenergética”, em Sertãozinho, SP. Ali, num contingente bem maior, os produtores e autoridades dos municípios canavieiros mostraram sua indignação diante do atual cenário. Na ocasião, inclusive, foi apresentada a carta que mostra a importância do setor, assim como as ações necessárias para sua retomada. (Leia a carta na íntegra acessando o endereço virtual no final deste texto).

O coro foi engrossado pela Veja, a maior revista de informação do País, edição 2.339 de 18 de setembro, que traz na capa a chamada “Energia – Como o governo acabou com o etanol no Brasil”, e nas páginas 94 a 96 a reportagem “Golpe na Energia Verde”.

Esta matéria da Veja e de outros meios de comunicação não apenas reforçam a luta do setor sucroenergético brasileiro pela própria retomada, mas deixam evidente que ele sofre do mesmo mal que assola a economia do país: a ingerência negativa do Governo Federal nos setores produtivos, ingerência motivada exclusivamente por objetivos político-partidários.

O setor está fazendo a sua parte, como o JornalCana tem publicado nesta edição (veja nas pg 30 a 34) e em anteriores. Mas isto não é suficiente para compensar as perdas provocadas pelo preço artificialmente baixo do etanol e da gasolina, deliberadamente mantidos praticamente congelados como mecanismo de contenção de uma suposta escalada da inflação.

O setor não pede subvenção, mas a situação chegou a tal extremo de lapidação que neste momento ela é necessária para resolver os problemas imediatos e conjunturais, possibilitando uma saúde mínima as empresas, para então ganhar musculatura, retomar capacidade de investimento, e, num segundo momento, se reestruturar para um crescimento sustentável.

A Carta aponta que há no horizonte duas demandas, uma emergencial e outra vital. Na demanda emergencial, será preciso estender ao etanol e à cana de açúcar em todo o pais os termos e as subvenções descritas na Medida Provisória 615, relativas ao Nordeste brasileiro (veja matéria na página 64). Na demanda vital é urgente estender ao etanol tratamento isonômico na formação de preços que se dá à gasolina. E para isso basta restaurar o percentual original da CIDE – Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico.

“Só após o atendimento destas demandas, será possível atacar os problemas estruturais que farão a sustentabilidade do setor a longo prazo”, preconiza a Carta.

Nós, do JornalCana, assinamos embaixo. Assine também esta petição por meio do endereço www.peticaopublica.com.br/?pi=P2013N43843 ou do JornalCana Online jornalcana.com.br

Vamos fazer nossa parte em prol do setor!

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