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Nova portaria para registro de biológicos estimula prática da agricultura regenerativa

Só em 2023 já foram registrados 15 produtos de origem biológica, sendo nove deles autorizados para agricultura orgânica

Já há algum tempo os produtores rurais têm atentado para a importância de conciliar a produção agrícola com a preservação do meio ambiente.

Tecnologias têm sido desenvolvidas para atender à necessidade de uma agricultura moderna cada vez mais sustentável, ou seja, regenerativa.

Na quinta-feira (4) foi publicada uma a Portaria Conjunta SDA/Mapa – Ibama – Anvisa nº 1/2023, que substitui a Instrução Normativa Conjunta nº 3/2006 no estabelecimento de procedimentos a serem adotados para o registro de produtos microbiológicos empregados no controle de pragas ou como desfolhantes, dessecantes, estimuladores, inibidores de crescimento.

A nova Portaria Conjunta tem como objetivo adequar a legislação às inovações que têm surgido nos últimos tempos como, por exemplo, permitir o registro de microrganismo inativado, o que antes era permitido apenas para os microrganismos vivos.

A normativa também buscou trazer alguma desburocratização, bem como esclarecer vários pontos sobre procedimento de registro desse tipo de produto.

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Com a desburocratização, será possível agilizar ainda mais o processo de registro de produtos de origem microbiológica e permitir que os produtos cheguem mais rapidamente ao mercado.

A segurança e a eficácia dos produtos são rigorosamente avaliadas antes da aprovação, além de também garantir a proteção da saúde pública e do meio ambiente.

O Brasil tem incentivado o registro de produtos de origem microbiológica para o controle de pragas, que vem ganhando cada vez mais espaço na produção agrícola brasileira. Isso pode ser demonstrado pelo crescente número de registros de produtos de origem biológica dos últimos anos.

Só em 2023 já foram registrados 15 produtos de baixo impacto, sendo nove deles autorizados para agricultura orgânica.

E quando se fala no assunto, principalmente em cana regenerativa, uma das referências mundiais sobre o assunto, é a U.S. Sugar, a maior produtora de cana e açúcar dos Estados Unidos, com capacidade para produzir mais de 8,5 milhões de toneladas de cana com produtividade acima de 3 dígitos.

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Para apresentar o case da U.S. Sugar e detalhar as práticas regenerativas e sustentáveis que mantém a maior usina de cana norte americana, a cientista chefe de solos da empresa, Rosa Muchovej, estará no Brasil e fará a palestra de abertura do Seminário presencial CANABIO23, no próximo dia 24 de maio.

Ela também vai participar do webinar WarmUp CANABIO23 – Em Busca da Cana Regenerativa, nesta quarta-feira, 10 de maio, às 19hs (Brasília), no canal JornalCana do YouTube.

O webinar contará ainda com as participações de Rogério Augusto Bremm Soares, diretor agrícola na BP Bunge Bioenergia e João Ulisses de Andrade, diretor da AGR.cana.

Os profissionais também serão palestrantes no CANABIO23 a ser realizado nos dias 24 e 25 de maio, no Centro de Cana IAC, em Ribeirão Preto – SP.

Para assistir, basta clicar no link  https://bit.ly/warmupcanabio23.

 

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