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Nestlé passará a ter 20% de sua matriz de gases combustíveis abastecida com biometano até o final de 2024

Iniciativa representará uma potencial redução de gases de efeito estufa da ordem de 90% de CO2eq em unidades paulistas

Desde 2022, a Nestlé vem acelerando sua transição para o uso de energia limpa. Além de ampliar sua matriz energética com o uso de biomassa, o próximo passo agora é adotar o biometano como o combustível verde em caldeiras e fornos, em projeto piloto iniciado na fábrica de Araçatuba – SP.

Com isso, a fábrica passará a ter 20% de sua matriz de gases combustíveis abastecida com biometano até o final de 2024, substituindo o fornecimento que hoje é feito principalmente com gás natural; a maior parcela da energia elétrica e térmica seguirá sendo de fontes renováveis como eólica e biomassa (com 55%).

O biometano será utilizado inicialmente nas fábricas de Araçatuba, Caçapava – SP e Marília -SP, que estão sendo adaptadas para o recebimento desse tipo de energia advinda de cana-de-açúcar e de aterros sanitários. A substituição de gás natural e GLP por biometano representará uma potencial redução de gases de efeito estufa da ordem de 90% de CO2eq nessas unidades.

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Entre 2022 e 2023, já houve uma redução no volume geral de gases de efeito estufa de aproximadamente 16,3 mil toneladas de CO2 e em projetos implementados em Goiânia – GO e São José do Rio Pardo – SP com caldeiras de biomassa, forno de ar quente, em Araçatuba, e evaporadores MVR, em Araras – SP.

Em 2024, a redução chegará a mais 14,8 mil toneladas de CO2 e, considerando os novos projetos com biometano. Observando um período de cinco anos, na comparação com 2018, a redução nas emissões de gases de efeito estufa a partir do uso do biometano chegará a 20% – o que representa a emissão de GHG de aproximadamente 3 mil carros/ano. Esse também é um dado emblemático para o compromisso global da companhia em reduzir em 20% as emissões de CO2 na atmosfera até 2025 e ser uma empresa net zero até 2050.

A Nestlé lidera uma jornada de regeneração, que envolve todo o ecossistema alimentar, desde boas práticas no campo até o pós-consumo. Desde 2017, a Nestlé Brasil tem 100% de sua energia elétrica renovável. No país, duas linhas já usam energia gerada por meio de painéis fotovoltaicos (painéis solares): KitKat, na fábrica de Caçapava – SP, e as caixas de bombom Garoto, na unidade de Vila Velha – ES.

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“Agora, estamos iniciando um projeto de conversão de uso de biometano no lugar de gás natural e GLP, em uma iniciativa que até o final do próximo ano trará resultados importantes para a evolução de nossa matriz energética e no impacto de nossas emissões de carbono, em uma jornada net zero que toda a companhia está comprometida”, disse Donir Costa, diretor de Engenharia na Nestlé Brasil.

O processo de transição energética e da pegada de carbono para contribuir com a meta global da Nestlé de reduzir as emissões em 50% até 2030 e se tornar net zero até 2050, considera no Brasil a ampliação do uso do biometano e de biomassa. Hoje, caldeiras e fornos são abastecidos com biomassa ou gás natural e GLP. A Nestlé vem investindo nos últimos anos em novas fábricas e linhas de fabricação com a instalação de equipamentos que apresentem alta eficiência energética e, consequentemente, menor consumo de energia, implementando upgrades de novas tecnologias nas instalações existentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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