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Neomille recebe licença ambiental para instalação da planta industrial em Maracaju – MS

Unidade terá capacidade total de produzir 550 milhões de litros de etanol

André Borges, presidente do IMASUL, Renato Pretti, Governador Reinaldo Azambuja, Secretário Jaime Verruck e o prefeito de Maracaju, Marcos Calderan
Jorge Diniz – Divulgação

A Neomille, subsidiária da CerradinhoBio, responsável pela produção de etanol e componentes para ração animal a partir do processamento de milho, recebeu licença ambiental de instalação da sua planta industrial em Maracaju – MS.

O documento foi entregue durante o Showtec pelo governador do Estado, Reinaldo Azambuja, para o diretor de Novos Negócios e Planejamento Estratégico da CerradinhoBio e Neomille, Renato Pretti. Estiveram presentes também, na solenidade, o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (SEMAGRO), Jaime Verruck, o prefeito de Maracaju, Marcos Calderan e o presidente do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (IMASUL), André Borges.

Segundo a companhia, o projeto da nova planta em Maracaju, une o que há de mais moderno em termos de máquinas, processos e equipamentos a um modelo inovador e sustentável de negócio.

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Com R$ 1,4 bilhão de investimentos para a construção da primeira fase, a nova unidade – quando estiver operando na capacidade total – poderá processar até 1,2 milhão de toneladas de milho por ano, resultando em 550 milhões de litros de etanol. Além de produzir 330 mil toneladas ano de DDGs (Dried Distillers Grains with Solubles); 22 mil toneladas por ano produção de óleo e a venda de 105 GWh por ano.

A previsão é de que a nova planta esteja funcionando a pleno vapor no segundo semestre de 2023. A construção gerará mais de mil empregos diretos e indiretos, sendo priorizada a captação de mão de obra local.

“A escolha de Maracaju – MS para sediar a nova unidade da Neomille não se deu à toa. A empresa encontrou na cidade um ambiente favorável para a construção da nova indústria: disponibilidade de matéria-prima, suprimento de biomassa, demanda para os coprodutos de etanol e a hospitalidade dos maracajuenses e sul-mato-grossenses”, explica em nota a companhia.

 

 

 

 

 

 

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