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MME participa da 2ª edição de conferência indiana sobre Autossuficiência em Manufaturas para Energias Renováveis

Objetivo da conferência foi abordar iniciativas para aumentar a competitividade do setor de energia renovável da Índia

Atendendo a um convite do Governo da Índia, o Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nos dias 15 e 16 de julho, da 2ª edição Digital Conference & Exhibition on Self-Reliance for Renewable Energy Manufacturing. A conferência teve como objetivo abordar iniciativas para aumentar a competitividade do setor de energia renovável da Índia, aproveitando as potencialidades das indústrias eólica, solar e de biocombustíveis.

O evento contou com a participação da chefe da Assessoria em Assuntos Regulatórios do MME, Agnes M. da Costa. Também participaram do evento o diretor-geral da Confederation of Indian Industry (CII), Chandrajit Banerjee; o ministro do Comércio & Indústria & Assuntos do Consumidor e Distribuição, Piyush Goyal; e do co-presidente da CII e presidente da Hero Future Energies, Rahul Munjal.

Durante apresentação, a representante do MME destacou as semelhanças entre Brasil e Índia. “Os dois países são potências energéticas e esse enorme potencial que podemos explorar conjuntamente pode produzir impactos positivos em ambas as sociedades”, afirmou.

Agnes ressaltou também os benefícios da parceria entre os países. “Ambos podem se beneficiar muito de uma colaboração forte em energia limpa para ajudar a construir um futuro próspero e sustentável, engajando todos os interessados em energia renovável em nossos países”, disse.

Ministro indiano durante a Digital Conference & Exhibition on Self-Reliance for Renewable Energy Manufacturing

Os representantes da indústria indiana se demonstraram bastante interessados em maior aproximação com o País e com a indústria brasileira. A representante do MME reiterou que os países têm planos para realização de um segundo roadshow, na sequência do primeiro ocorrido em 2019, mas desta vez no Brasil, buscando criar uma rede de colaboração, envolvendo governos, indústria e institutos de pesquisa.

Ambos os países têm realizado esforços de colaboração, em especial no tema do etanol, em linha com o reconhecimento do papel que os biocombustíveis devem desempenhar para que se chegue à neutralidade de carbono global em 2050, conforme apontado em estudo recente da Agência Internacional de Energia.

Assista a conferência aqui:

 

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