Mercados de Açúcar e Álcool

A produção de açúcar da Tailândia atingiu 7,3 milhões de toneladas de novembro a 1º de junho, segundo levantamento feito por estatal tailandesa. O governo da Rússia prevê para este ano crescimento de 4,8% na produção do açúcar refinado. Em maio, as importações russas foram de 564,4 mil toneladas abaixo das 578 mil toneladas importadas no mesmo período do ano passado. Ainda pressionadas pela falta de demanda no físico grande e disponibilidade do produto no mercado mundial, as cotações nas bolsas internacionais, entre 28 de maio e 4 de junho, voltaram a sofrer desvalorização para todos os vencimentos.

Na bolsa de Nova Iorque, a queda para o primeiro vencimento (julho/03) foi de 4,02%; na LIFFE, bolsa de Londres, o declínio foi de 4,07% para o vencimento agosto/03. Na BM&F, a situação não foi diferente: a cotação para o primeiro vencimento (julho/03) foi a que teve maior redução de preço, caindo 6,09% no período citado. No mercado do álcool, segundo alguns analistas, a produção brasileira deverá ser de 14,4 bilhões de litros, 0,21% menor que a previsão feita em fevereiro. Apesar do decréscimo do preço do álcool nas usinas desde a entrada da safra (cerca de 30%), somente agora eles estão caindo para o consumidor nas bombas dos postos.

De acordo com dados da Única, até o final de abril já foram produzidos cerca de 700 milhões de litros de álcool na região Centro–Sul e mais 400 milhões no estado de São Paulo. Na BM&F, as cotações de álcool anidro tiveram depreciação. As desvalorizações foram maiores para os vencimentos mais longos, com destaque para o vencimento outubro/03, com 4,58% (ver gráfico). O mercado futuro está projetando elevação de preço para o fim da safra (vencimento novembro/03) e início da entressafra (vencimento janeiro/04) de aproximadamente 12%.

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