A escassez de crédito gerada pela crise tem levado empresas do setor sucroalcooleiro a buscar novas formas de financiamento. O escritório Barbosa, Müssnich & Aragão trabalha na estruturação de sete operações do setor, com valores de R$ 4 milhões a R$ 300 milhões. “É uma demanda muito superior à média”, diz o advogado Alexandre Zanotta. A banca tem sido procurada para preparar a emissão de títulos das empresas, estruturar Fundos de Investimento de Direitos Creditórios e intermediar a aquisição de participações ou mesmo do controle das usinas por investidores, ávidos por aproveitar a queda dos preços desses ativos. “O empresário do agronegócio costuma ser mais conservador, buscando recursos nos bancos públicos. A crise tem levado a uma modernização”, observa Zanotta. O cenário tem ajudado instrumentos como a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), lastreada em recebíveis emit! idos por produtores, a decolar. “São títulos previstos em lei desde 2004, mas que agora ganham espaço”, diz.
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