Os empresários do setor sucroalcooleiro do Nordeste estão tentando agendar uma reunião conjunta junto a Casa Civil e ao Ministério da Agricultura para discutir a questão da taxa de equalização canavieira. Esta semana foi realizada uma nova discussão sobre o assunto com representantes da Casa Civil. Também participaram a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e Associação Brasileira das Indústrias de Álcool. Um outro encontro, com representantes do Ministério da Agricultura, está marcado para a próxima semana. “A Lei 10.453, aprovada pelo Congresso em 2002, regulamenta todo o processo. Não existe equalização há 2,5 safras. Os repasses não são realizados desde 2001. Estes recursos garantem competitividade entre as regiões produtoras, uma vez que o Nordeste possui um custo de produção mais elevado que o Centro-Sul, e também garante o plantio da safra seguinte além de fixar o homem no campo durante a entresafra. O Governo Federal precisa tratar da questão das políticas regionais com maior diligência. É preciso retomar a normalidade desta questão”, diz o presidente do Sindicato das Indústrias do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar/PE), Renato Cunha. Os repasses da taxa de equalização devidos aos produtores nordestinos somam cerca de R$ 1,2 bilhão.
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Taxa de equalização canavieira volta à mesa de discussões
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