Mercado

Produtores da América Latina e Caribe podem seguir Brasil

Os produtores da América Latina e Caribe podem seguir as indicações brasileiras quanto à Área de Livre Comércio das Américas (Alca) e ao crescimento da produção de álcool. Esta é a avaliação de Edson Ustulin, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Ele esteve reunido recentemente na Guatemala, no 2º Encontro dos Produtores de Açúcar da América Latina e Caribe, junto com representantes de outros 13 países. Segundo Ustulin, um dos temas dos debates foi a Alca e, assim como o Brasil, os demais países também concordaram que livre comércio significa alíquota zero.

Os países também concordaram com a proposta brasileira de diversificação da produção da cana, com estímulo ao álcool combustível. “É uma forma de deixar o mercado equilibrado, dando também sustentação ao açúcar”, afirma Ustulin. Também outra forma de utilização do produto é a geração de energia com o bagaço da cana-de-açúcar.

Outro tema do encontro foi o apoio dos demais países à abertura de Comitê de Arbitragem na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra os subsídios da União Européia para o açúcar. Discutiu-se ainda a compatibilização entre mercado e produção para dar a sustentação dos preços internacionais. O próximo encontro será em setembro, na Colômbia.

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