O preço do álcool hidratado pode ter novos aumentos aos consumidores, apesar de a cotação seguir estável ou em queda nas destilarias e no limite de R$ 1,05 acertado entre governo e usineiros na semana passada. A informação é do diretor-técnico da União da Agroindústria Canavieira (Unica), Antonio de Pádua Rodrigues. Segundo a entidade que representa os usineiros do Centro-Sul do Brasil, a explicação para a divergência recai nas distribuidoras, que compraram grandes estoques de álcool em dezembro de 2005, antes de o governo adotar medidas para tentar acabar com fraudes no combustível. A Unica estima que as distribuidoras adquiriram entre 80 milhões e 90 milhões de litros de álcool acima do previsto. Ontem, o próprio ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues (foto), disse que a queda no preço do álcool ainda não chegou ao consumidor por causa dos altos estoques nas distribuidoras. A Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), que representa os postos, pede a redução do percentual de álcool anidro na gasolina, de 25% para 20%.
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Preço do álcool - Usineiro alerta para novas altas
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