A abertura de capital da produtora de açúcar e álcool Cosan, no final de 2005, foi uma das mais bem-sucedidas da Bolsa de Valores de São Paulo. Apenas dois meses após a estréia, suas ações dobraram de valor e chegaram a 60 reais. Neste ano, porém, os preços desabaram. Do início de maio até 13 de outubro, a queda foi de 40%. Dois fatores contribuíram para a desvalorização: a redução do preço do açúcar no mercado internacional e a queda das cotações do petróleo, o que diminui o interesse dos investidores por empresas de energia alternativa. Para os próximos meses, no entanto, a expectativa é de valorização. A maioria dos analistas acredita que a ação está barata e que o preço do açúcar vai se recuperar. A previsão média do mercado para o papel, coletada pela consultoria americana Thomson Financial, é de alta de 44% em 12 meses.
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