As revendedoras de equipamentos agrícolas importaram só 41 máquinas no primeiro semestre do ano, volume 77,7% inferior às 184 unidades compradas no exterior sobre o mesmo período de 2001. O resultado reflete um inédito movimento de nacionalização da linha de produção dos fabricantes Agco (fabricante da Massey Ferguson), Case New Holland, John Deere, Valtra e Agrale. A nacionalização não somente ocorre em áreas de tecnologia para produção de tratores com potência superior a 200 cavalos e colhedoras de precisão, mas também é desencadeada com utilização média de 60% de componentes nacionais. Frente à expressiva redução nas importações ocorrida no primeiro semestre, o vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Pérsio Pastre, avalia que se a tendência se mantiver no segundo semestre o País fechará o ano com importação restrita a 100 unidades. Em 2001, as compras externas chegaram a 281 unidades sobre as 526 em 2000. “A redução das importações e o aumento das vendas no mercado interno estão motivando os fabricantes a produzir no Brasil os tratores e colhedoras que antes eram importados e essa produção ocorre com um conteúdo de 60% de emprego dos componentes nacionais”, afirma Pastre, também diretor da Case New Holland no Brasil. (Gazeta Mercantil)
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Maior nacionalização de máquinas agrícolas reduz as importações
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