Assim como a Cerradinho, muitos grupos do setor sucroalcooleiro foram afetados pela crise financeira mundial que explodiu em 2008. Essas empresas estavam alavancadas em função de fortes investimentos realizados na expansão da produção de etanol para atender à nova demanda surgida no mercado doméstico, com os carros flex, e também com a expectativa de aumento da exportação. No período, o preço do petróleo estava elevado e o do etanol, muito baixo. Com a crise, o crédito sumiu, deixando o setor sem liquidez em um período crucial. Para muitas empresas, a saída está sendo a venda de ativos ou a fusão com outros grupos.
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