Influência do câmbio – O açúcar refinado recuou na sessão passada na bolsa de Londres, em meio ao baixo volume de negócios, reflexo do fechamento da bolsa de Nova York em função do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos. Os contratos com entrega em maio encerraram em queda de 0,10%, a US$ 467,30 por tonelada. A commodity foi pressionada pela valorização do dólar em relação ao real. O Brasil é o maior fornecedor mundial de açúcar e o fortalecimento da moeda americana incentiva as vendas por parte dos produtores do país, na medida em que cresce a rentabilidade com as exportações. A elevada oferta mundial colabora para manter os preços do açúcar no campo negativo. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos ficou em R$ 52,00, queda de 0,33%.
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