Ninguém conhecia a B5, a holding criada pelo usineiro Luiz Biaggi, em 1978. Mas foi esta pessoa jurídica que salvou a Companhia Açucareira Vale do Rosário das mãos de Rubens Ometto, o homem forte do grupo Cosan. Foi por intermédio da B5 que os acionistas minoritários da Vale do Rosário exerceram o direito de preferência das ações que foram ofertadas à Cosan. “Foi providencial a existência da B5, sem ela não havia exercer o direito de preferência. A Cosan compraria a Vale do Rosário”, explica Luiz Biaggi. Pelo estatuto, o direito de preferência só poderia ser exercido por pessoa jurídica e não pessoa física. Foi a B5 que recebeu o crédito de R$ 1,350 bilhão do Bradesco, dinheiro que cobriu a oferta da Cosan e garantiu o controle da empresa.
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