A australiana CSR estuda investir em açúcar e o Brasil é o alvo mais provável, afirmou ontem o principal executivo da empresa, Alec Brennan. “O Brasil é o lugar onde nós devemos estar”, afirmou, acrescentando que o País, maior produtor mundial, tem muito espaço para aumentar a oferta. A companhia considera o cenário de preços para o produto muito favorável. A divisão de açúcar representa 48% do faturamento da empresa, que atua ainda nos setores de construção civil e metais.
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