O impacto do aumento do percentual de álcool anidro na mistura da gasolina de 20% para 23% – anunciado ontem pelo governo – poderá resultar em uma redução nos preços do combustível vendido nos postos de 1% a 1,8%. A estimativa é do diretor do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE), Adriano Pires. O especialista, que considerou positiva a medida, ressaltou que a estimativa vale se as distribuidoras e os postos repassarem a redução de seus custos na mesma proporção. A mistura da gasolina A, vendida nas refinarias, com o álcool anidro é feita pelas distribuidoras de combustíveis. “O mercado está com uma superferta de álcool e o petróleo está caro. Acho que a medida é correta para evitar aumentos dos preços da gasolina aqui”, avaliou o especialista. Pires acredita ainda que a maior demanda pelo álcool anidro não deve fazer com que aumente os preços do álcool hidratado, que é vendido nos postos de combustíveis para o abastecimento de veículos.
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